São Paulo, SP — Teleconsulta Brasil & América Latina
Cirurgia Cardiovascular · Minimamente Invasiva · Robótica · Endovascular

Cirurgia Cardíaca
de Nova Geração em São Paulo

Cirurgião cardiovascular com fellowship em cirurgia minimamente invasiva por vídeo e robótica e observerships em centros de excelência nos EUA. Tratamento moderno, recuperação mais rápida e o que há de mais atual em cirurgia do coração — aplicado com técnica, segurança e cuidado individual.

Consultas presenciais em São Paulo · Teleconsulta em todo o Brasil

Especialidades

Cirurgia Minimamente Invasiva por Vídeo e Robótica
Cirurgias Convencionais e Endovasculares (TAVI)
Dispositivos Eletrônicos Implantáveis
Cirurgia Cardiovascular do Adulto
Teleconsulta — Brasil & América Latina
ICC
Instituto de Ciências Cardiovasculares
MIS
Minimamente Invasiva · Robótica
3
Centros de Excelência nos EUA
100%
Formação Nacional & Internacional
Dr. Arthur Diniz Malheiros — Cirurgião Cardiovascular
Fellowship Cirurgia Minimamente Invasiva & Robótica

Dr. Arthur Diniz Malheiros
Cirurgião Cardíaco

CRM-SP 221171 · RQE 147115 · Cirurgia Cardiovascular

Médico cirurgião cardiovascular com residência pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) e fellowship em cirurgia cardiovascular minimamente invasiva por vídeo e robótica. Realizou observerships em centros de excelência nos EUA — Universidade de Chicago, Hospital Saint Thomas (Nashville) e East Carolina University — onde aprofundou técnicas de ponta em cirurgia cardíaca minimamente invasiva e robótica.

  • Atuação em cirurgia cardiovascular de alta complexidade — convencional, minimamente invasiva por vídeo e robótica
  • Consultas presenciais em hospitais de referência em São Paulo e teleconsulta para pacientes de todo o Brasil e América Latina
  • Atuação em cirurgias convencionais, minimamente invasivas por vídeo e robótica, endovasculares (TAVI) e implante de dispositivos eletrônicos
  • Realiza teleconsultas atendendo pacientes de todo o Brasil e América Latina
Cirurgia Cardiovascular
FAMERP — São José do Rio Preto, SP
Fellowship Mini-Invasiva
Cirurgia por Vídeo e Robótica
Observership — EUA
Univ. Chicago · Saint Thomas · East Carolina
Dispositivos Eletrônicos
Marcapasso, TRC, CDI, LBBP

Galeria

Em cirurgia cardíaca
Em cirurgia cardíaca
Ao console do robô Da Vinci
Console do robô Da Vinci
Observership — Ascension Saint Thomas
Observership — Ascension Saint Thomas, EUA
Cirurgia robótica em andamento
Cirurgia robótica em andamento
Com mentor nos EUA
Com mentor nos EUA
No centro cirúrgico
No centro cirúrgico

Procedimentos Realizados

Cirurgias cardiovasculares convencionais e de última geração, realizadas com precisão técnica e cuidado humano.

Cirurgias Cardíacas Convencionais

Revascularização miocárdica, troca e plastia valvar, correção de aneurismas e outras cirurgias com circulação extracorpórea.

Cirurgias cardíacas abertas realizadas com a mais alta precisão técnica, incluindo revascularização miocárdica (pontes de safena e mamária), troca valvar (mitral, aórtica, tricúspide), plastia valvar, cirurgia de aneurisma da aorta e procedimentos combinados. Técnicas consolidadas com excelentes resultados.

Cirurgia Minimamente Invasiva por Vídeo e Robótica

Abordagens mini-invasivas com cirurgia videoassistida e robótica para menor trauma e recuperação acelerada.

Com fellowship em cirurgia cardiovascular minimamente invasiva, o Dr. Arthur Diniz Malheiros realiza procedimentos por vídeo (toracoscopia/VATS) e com auxílio de robótica cirúrgica. Essas técnicas, quando indicadas, podem oferecer incisões menores, menor dor pós-operatória, cicatrizes mais discretas e retorno mais rápido às atividades, com resultados comparáveis aos das cirurgias convencionais segundo a literatura científica atual. A indicação da via de acesso é sempre individualizada conforme a anatomia e o quadro clínico de cada paciente.

Cirurgias Endovasculares — TAVI

Implante percutâneo de válvula aórtica (TAVI/TAVR) para pacientes de alto risco cirúrgico.

O TAVI (Transcatheter Aortic Valve Implantation) é uma alternativa menos invasiva à cirurgia aberta para substituição da válvula aórtica, especialmente indicada para pacientes idosos ou de alto risco. O procedimento é realizado por cateter, sem abertura do tórax, com recuperação significativamente mais rápida.

Implante de Dispositivos Eletrônicos

Marcapasso, ressincronizador cardíaco (TRC/CRT), cardiodesfibrilador implantável (CDI) e LBBP.

Especialista no implante de dispositivos eletrônicos cardíacos implantáveis: marcapasso convencional e sem fio, ressincronizador cardíaco (TRC), cardiodesfibrilador implantável (CDI) e marcapasso fisiológico com estimulação do ramo esquerdo do feixe de His (LBBP — Left Bundle Branch Pacing), técnica de última geração para otimização da função cardíaca.

Cirurgia da Aorta e Grandes Vasos

Tratamento de aneurismas e dissecções da aorta torácica por abordagem aberta e endovascular.

Procedimentos para tratamento de doenças da aorta torácica e seus ramos, incluindo aneurismas aórticos, dissecção aguda da aorta (tipo A e tipo B), além de abordagens híbridas e endovasculares. Cirurgias de alta complexidade que exigem formação especializada e equipe multiprofissional treinada.

Defeitos do Septo Atrial — CIA e FOP

Fechamento de Comunicação Interatrial (CIA) e Forame Oval Patente (FOP), com indicação baseada em evidência e abordagem percutânea ou cirúrgica.

A Comunicação Interatrial (CIA) e o Forame Oval Patente (FOP) envolvem comunicações anormais entre os átrios do coração. A CIA é um defeito estrutural com shunt significativo que pode exigir fechamento percutâneo ou cirúrgico dependendo do tipo e da anatomia. O FOP é uma estrutura fetal persistente, geralmente assintomática, cujo fechamento é indicado em situações clínicas específicas — como AVC criptogênico em adultos jovens. Em ambos os casos, a conduta é individualizada e fundamentada nas diretrizes atuais.

Teleconsulta

Consultas online para pacientes de todo o Brasil e América Latina, com mesma qualidade do atendimento presencial.

O Dr. Arthur Diniz Malheiros oferece teleconsultas para pacientes em qualquer parte do Brasil e da América Latina. A teleconsulta permite avaliação, orientação sobre procedimentos, revisão de exames e acompanhamento pós-operatório com toda a qualidade e segurança do atendimento presencial. Agende pelo WhatsApp ou e-mail.

Qual técnica é melhor para cada caso?

A escolha da via de acesso é sempre individualizada, baseada na anatomia, na doença e no perfil clínico do paciente. Compare as três abordagens utilizadas em cirurgia cardiovascular moderna.

Cirurgia Convencional

Esternotomia mediana
Incisão~20–25 cm
AcessoAbertura do esterno
Internação~5–7 dias
Retorno ao trabalho6–8 semanas
CicatrizVisível central
Indicada quandoAnatomia complexa, reoperação, múltiplos procedimentos
Técnica consolidada, continua sendo a melhor escolha para muitos casos.

Cirurgia Robótica

Plataforma Da Vinci
Incisão3–4 portais de 8mm
AcessoPortais entre as costelas
Internação~3–4 dias
Retorno ao trabalho2–3 semanas
CicatrizMínima, quase imperceptível
Indicada quandoValva mitral, CIA, revascularização selecionada
Precisão ampliada, visão 3D, instrumentos com 7 graus de liberdade.
Importante: os tempos apresentados são médias baseadas em literatura científica (publicações internacionais em valvopatia mitral, revascularização e correção de comunicação interatrial). Resultados individuais variam conforme idade, comorbidades, anatomia e complexidade do caso. A indicação da melhor técnica é sempre definida após avaliação médica completa.

Ferramentas para Médicos e Pacientes

Recursos de apoio à decisão clínica e informações para preparo cirúrgico.

Calculadora de Risco Cirúrgico — EuroSCORE II

Estimativa simplificada do risco de mortalidade em 30 dias para cirurgia cardíaca. Use apenas como referência clínica.

Risco estimado de mortalidade
Preencha os dados para calcular

Esta calculadora é uma estimativa simplificada para fins educativos. O EuroSCORE II completo exige avaliação clínica detalhada.

Aneurisma Aórtico
Dilatação anormal da aorta, que pode romper se não tratada. Requer monitoramento e, frequentemente, cirurgia.
Angioplastia
Procedimento minimamente invasivo para abrir artérias coronárias obstruídas, geralmente com implante de stent.
Arritmia
Alteração no ritmo cardíaco — pode ser muito rápida (taquicardia), lenta (bradicardia) ou irregular.
CDI (Cardiodesfibrilador)
Dispositivo implantável que monitora o ritmo e aplica choque elétrico em caso de arritmia grave com risco de morte.
CEC (Circulação Extracorpórea)
Máquina que assume as funções do coração e pulmão durante a cirurgia cardíaca aberta, mantendo a circulação do sangue.
Coronariopatia
Doença das artérias coronárias, principal causa de infarto. Pode ser tratada com angioplastia ou revascularização cirúrgica.
Dissecção Aórtica
Emergência cardiovascular em que a camada interna da aorta se rasga, permitindo que o sangue penetre na parede do vaso.
Endocardite
Infecção das válvulas ou do revestimento interno do coração. Pode danificar estruturas cardíacas e exigir cirurgia.
Estenose Aórtica
Estreitamento da válvula aórtica que dificulta a saída de sangue do coração. Tratada com troca valvar ou TAVI.
Fibrilação Atrial
Arritmia cardíaca mais comum, com batimentos irregulares e descoordenados nos átrios. Aumenta risco de AVC.
Fração de Ejeção (FE)
Porcentagem de sangue que o coração bombeia a cada batimento. Normal: ≥ 55%. Abaixo de 40% indica insuficiência cardíaca.
Hemodinâmica
Estudo do fluxo sanguíneo. Cateterismo hemodinâmico é exame que avalia as coronárias e a função cardíaca.
IAM (Infarto Agudo)
Obstrução total de uma artéria coronária que causa morte do músculo cardíaco. Emergência — tratamento imediato é essencial.
Insuficiência Cardíaca
Condição em que o coração não bombeia sangue suficiente para o organismo. Pode ser sistólica (FE reduzida) ou diastólica.
Marcapasso
Dispositivo eletrônico implantável que estimula o coração a bater em ritmo adequado quando ele é muito lento.
Miocardiopatia
Doença do músculo cardíaco que afeta sua capacidade de bombear sangue. Pode ser dilatada, hipertrófica ou restritiva.
Pericárdio
Membrana que envolve o coração. Sua inflamação (pericardite) ou acúmulo de líquido (derrame pericárdico) podem exigir tratamento cirúrgico.
Plastia Valvar
Reparo cirúrgico da válvula cardíaca doente, preservando a válvula nativa. Preferível à troca quando tecnicamente possível.
Revascularização Miocárdica
Cirurgia de "pontes" (bypass) que cria novos caminhos para o sangue chegar ao coração, contornando artérias obstruídas.
Stent
Pequena estrutura de metal inserida em artéria obstruída para mantê-la aberta. Pode ser metálico simples ou farmacológico.
TAVI / TAVR
Implante percutâneo de válvula aórtica por cateter, sem abertura do tórax. Indicado para estenose aórtica em pacientes de alto risco cirúrgico.
Toracoscopia (VATS)
Cirurgia minimamente invasiva do tórax realizada com câmera e instrumentos por pequenas incisões, sem abrir o tórax.
TRC (Ressincronizador)
Dispositivo que sincroniza as contrações das câmaras cardíacas, melhorando a função do coração na insuficiência cardíaca grave.
Válvula Aórtica
Válvula entre o ventrículo esquerdo e a aorta. Suas doenças mais comuns são estenose e insuficiência aórtica.
Válvula Mitral
Válvula entre o átrio e ventrículo esquerdo. Prolapso, estenose e insuficiência mitral são as principais doenças tratadas cirurgicamente.

Orientações Pré-operatórias

Jejum de pelo menos 8 horas antes da cirurgia (sólidos e líquidos)
Informar todos os medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes e antiplaquetários
Realizar exames pré-operatórios conforme solicitado (hemograma, coagulação, ECG, ecocardiograma)
Suspender anticoagulantes conforme orientação médica — nunca por conta própria
Banho com sabão antisséptico na noite anterior e na manhã da cirurgia
Não fumar ao menos 4 semanas antes do procedimento
Trazer acompanhante responsável para o dia da cirurgia
Esclarecer todas as dúvidas na consulta pré-operatória com o Dr. Arthur

Cuidados Pós-operatórios

Repouso relativo nas primeiras semanas — atividades são liberadas progressivamente
Manter os curativos limpos e secos conforme orientação da equipe
Tomar todos os medicamentos prescritos, nos horários corretos, sem interromper
Monitorar sinais de alerta: febre, dor torácica intensa, falta de ar, inchaço nas pernas
Dieta leve e saudável nos primeiros dias; hidratação adequada
Retornar às consultas de acompanhamento nos prazos indicados
Fisioterapia respiratória é fundamental para recuperação após cirurgia torácica
Em caso de dúvidas ou intercorrências, contactar a equipe pelo WhatsApp

Pós-operatório: Acesso Convencional vs. Minimamente Invasivo

Comparativo baseado em meta-análises publicadas em periódicos internacionais de cirurgia cardiovascular. Os resultados individuais dependem da patologia, anatomia e condições clínicas de cada paciente — a escolha da técnica é sempre individualizada.

Acesso tradicional

Esternotomia Mediana

Abertura do osso esterno ao longo de aproximadamente 20 cm. Abordagem consagrada, com maior amplitude de exposição cardíaca — essencial em casos complexos, múltiplos procedimentos combinados e anatomias desfavoráveis.

Internação hospitalar
Em média 7 a 10 dias
UTI pós-operatória
Geralmente 2 a 3 dias
Retorno às atividades
Aproximadamente 8 semanas (restrição para dirigir, esforço físico e dormir de lado)
Consolidação óssea
Esterno requer 6 a 12 semanas para cicatrizar
Sangramento e transfusão
Taxas maiores de hemotransfusão em comparação direta
Principal indicação
Cirurgias complexas, múltiplas lesões, reoperações e emergências
Acesso minimamente invasivo

Videocirurgia / Robótica (MICS)

Acesso por pequenas incisões laterais (4 a 6 cm) ou portais videoassistidos, sem serrar o esterno. Inclui a cirurgia robótica com plataforma Da Vinci. Indicada a pacientes selecionados, com anatomia e patologia compatíveis.

Internação hospitalar
Reduzida em média 2 dias — cerca de 3 a 5 dias¹,²
UTI pós-operatória
Menor em cerca de 26 horas vs. esternotomia²
Retorno às atividades
Em média 2 a 4 semanas, com retorno precoce ao trabalho e ao dia a dia³
Preservação do esterno
Esterno íntegro — sem período de consolidação óssea
Sangramento e transfusão
Menor necessidade de hemotransfusão (10% vs. 17%)²
Qualidade de vida & estética
Recuperação física mais rápida e cicatrizes menores, conforme meta-análises recentes
Principal indicação
Doenças da válvula mitral, tumores cardíacos, fechamento de CIA, revascularização selecionada

Nem toda cirurgia pode ser feita por acesso minimamente invasivo. A indicação depende da anatomia, da lesão a ser tratada, de cirurgias prévias e de outras comorbidades. Em casos complexos, a esternotomia mediana segue sendo a abordagem mais segura e eficaz. O objetivo principal é sempre oferecer o melhor resultado clínico a longo prazo — a via de acesso é uma decisão compartilhada entre paciente e equipe cirúrgica após avaliação individualizada.

Referências científicas
  1. Servito M, Ramsay H, Mann S, et al. Surgical Outcomes After Minimally Invasive Versus Full Sternotomy Aortic Valve Replacement: Meta-Analysis of 75 Comparative Studies. Innovations (Phila). 2025.
  2. Williams ML, et al. Robotic versus conventional sternotomy mitral valve surgery: a systematic review and meta-analysis. Annals of Cardiothoracic Surgery. 2022.
  3. Meta-análise de ensaios clínicos randomizados: Minimally invasive vs. conventional mitral valve surgery. Frontiers in Cardiovascular Medicine. 2024.
  4. Quality of life in patients undergoing minimally invasive cardiac surgery: a systematic review. PMC/NIH. 2023.

Artigos & Vídeos Cirúrgicos

Conteúdo produzido pelo Dr. Arthur Diniz Malheiros sobre cirurgia cardiovascular — artigos científicos, educativos e registros de procedimentos cirúrgicos.

Sobre esta seleção: artigos científicos revisados por pares publicados em periódicos internacionais de referência em cirurgia cardiotorácica. O conteúdo é fornecido com finalidade informativa e educativa, para que pacientes e profissionais possam acessar diretamente as evidências sobre cirurgia cardíaca minimamente invasiva e robótica. Não substitui avaliação médica individualizada.

Perguntas Frequentes sobre Cirurgia Cardíaca

Respostas às dúvidas mais pesquisadas por pacientes e familiares sobre procedimentos cardiovasculares. As informações abaixo têm caráter educativo e não substituem a avaliação médica individualizada.

Quanto tempo dura uma cirurgia cardíaca?

A duração varia conforme a complexidade do procedimento e as condições do paciente. Em média:

  • Revascularização do miocárdio: 3 a 5 horas
  • Troca valvar simples: 3 a 4 horas
  • Plastia da válvula mitral por videocirurgia: 3 a 6 horas
  • Cirurgia robótica: tempo cirúrgico geralmente maior pelo setup do robô, compensado pela recuperação mais rápida

O tempo total inclui anestesia, preparação, cirurgia e fechamento. Todos os detalhes são explicados na consulta pré-operatória.

Qual o risco de morte em uma cirurgia cardíaca?

Os riscos são individualizados e calculados com ferramentas como o EuroSCORE II e o STS Score. Em pacientes de baixo risco, a mortalidade na revascularização miocárdica eletiva fica em torno de 1 a 2%. Na cirurgia cardíaca minimamente invasiva, as taxas tendem a ser ainda menores em pacientes selecionados.

Os principais fatores que aumentam o risco são: idade avançada, função cardíaca reduzida (fração de ejeção baixa), insuficiência renal, diabetes descompensado, DPOC, reoperações e cirurgias de urgência. Uma estimativa personalizada é feita na consulta, com base em exames e história clínica.

A cirurgia cardíaca dói muito?

Durante a cirurgia, o paciente está sob anestesia geral e não sente nada. Após o procedimento, é normal haver desconforto, principalmente ao respirar fundo, tossir ou movimentar o tronco — a intensidade varia de pessoa para pessoa.

A dor é controlada com analgésicos potentes ajustados pela equipe. Nas cirurgias minimamente invasivas e robóticas, como não há serragem do osso esterno, a dor pós-operatória tende a ser significativamente menor, com retomada mais rápida da respiração profunda e da tosse.

Quanto tempo leva a recuperação total?

Depende do acesso cirúrgico e do tipo de cirurgia:

  • Esternotomia (convencional): internação de 7 a 10 dias; recuperação completa em 8 a 12 semanas (esterno precisa consolidar).
  • Minimamente invasiva / robótica: internação de 3 a 5 dias; retorno ao trabalho e às atividades leves em 2 a 4 semanas.

A reabilitação cardiovascular supervisionada e a fisioterapia respiratória são fundamentais em ambos os casos para acelerar e consolidar a recuperação.

Quando posso voltar a trabalhar e dirigir?

Dirigir: após esternotomia, o padrão é aguardar cerca de 6 a 8 semanas, pois o esterno precisa consolidar antes de suportar o impacto do cinto de segurança ou de um airbag. Nas cirurgias minimamente invasivas, esse prazo cai para aproximadamente 2 semanas.

Trabalho: atividades intelectuais ou administrativas podem ser retomadas em 4 a 6 semanas (convencional) ou 2 semanas (minimamente invasiva). Trabalhos físicos demandam mais tempo — avaliado caso a caso.

Todo paciente pode fazer cirurgia robótica ou minimamente invasiva?

Não. A cirurgia minimamente invasiva (videoassistida ou robótica) é uma excelente opção, mas depende de critérios anatômicos, clínicos e do tipo de doença cardíaca. Em muitos casos complexos — como múltiplas lesões combinadas, reoperações, dissecção de aorta ou emergências — a esternotomia convencional continua sendo a escolha mais segura.

A definição acontece após avaliação detalhada com exames (ecocardiograma, tomografia, cateterismo) e conversa aberta entre paciente, família e equipe cirúrgica.

Quantos dias fico na UTI?

Na cirurgia cardíaca convencional, a permanência típica na UTI é de 1 a 3 dias. Em cirurgias minimamente invasivas e robóticas, esse tempo costuma ser menor — há estudos que demonstram redução média de cerca de 26 horas em comparação direta com a esternotomia em cirurgia de válvula mitral.

O tempo exato depende da resposta clínica pós-operatória, do controle da dor, do despertar da anestesia e da estabilidade cardiorrespiratória.

Como é a recuperação em casa? Precisa de cuidador?

Nas primeiras 2 a 4 semanas, é recomendável ter um acompanhante que auxilie em tarefas básicas (banho, curativos, medicações). Recomenda-se:

  • Caminhadas leves progressivas — começar com 10 a 20 minutos por dia
  • Não pegar peso maior que 5 kg (após esternotomia) por cerca de 8 semanas
  • Dormir de costas por aproximadamente 60 dias em casos de esternotomia
  • Manter os medicamentos prescritos com rigorosa pontualidade
  • Fisioterapia respiratória e motora, quando indicada

Sinais de alerta: febre persistente, dor torácica intensa, falta de ar súbita, secreção ou vermelhidão na cicatriz — procurar atendimento imediato.

Quando posso retomar atividade sexual e exercícios?

A retomada da atividade sexual costuma ser liberada entre 4 e 6 semanas após a cirurgia, desde que não haja desconforto e que a evolução clínica seja favorável. Nas cirurgias minimamente invasivas, esse prazo pode ser mais curto.

Exercícios leves (caminhada) são iniciados ainda durante a internação. Atividades de maior intensidade ou musculação são reintroduzidas progressivamente, normalmente após avaliação médica e no contexto de um programa de reabilitação cardiovascular supervisionada.

Vou precisar tomar remédio para sempre?

Depende do procedimento e da doença de base:

  • Revascularização (pontes): uso contínuo de antiagregante plaquetário (AAS) e controle dos fatores de risco (colesterol, pressão, diabetes).
  • Plastia valvar: geralmente sem necessidade de anticoagulação a longo prazo.
  • Prótese biológica: anticoagulação temporária (cerca de 3 meses).
  • Prótese mecânica: anticoagulação oral (varfarina) por toda a vida, com controle periódico do INR.

A definição e os ajustes são feitos pela equipe cardiológica no acompanhamento pós-operatório.

Qual a idade máxima para fazer cirurgia cardíaca?

Não existe uma idade máxima absoluta. O que importa é a idade fisiológica, ou seja, o conjunto de condições clínicas, funcionais e cognitivas do paciente, mais do que a idade cronológica.

Pacientes octogenários e nonagenários operam com sucesso quando a cirurgia é bem indicada. Em casos de risco elevado, opções menos invasivas — como TAVI (implante percutâneo de válvula aórtica) — podem ser preferíveis. A avaliação é sempre multidisciplinar.

Convênio cobre cirurgia cardíaca minimamente invasiva e robótica?

A cobertura varia conforme o plano de saúde, a indicação clínica e o hospital de atendimento. Geralmente, cirurgias por vídeo (MICS) são cobertas na maioria dos convênios desde que haja indicação médica. A cirurgia robótica, por envolver custos maiores de material, tem cobertura mais restrita e pode depender de análise de cada operadora.

Entre em contato pelo WhatsApp ou e-mail para verificar a disponibilidade do seu plano nos hospitais onde o Dr. Arthur atua.

Preciso de uma segunda opinião antes de operar?

Sim, sempre que possível. A segunda opinião é um direito do paciente e uma prática ética recomendada — especialmente em cirurgias de grande porte, decisões entre acessos diferentes ou quando há dúvidas sobre a indicação.

O Dr. Arthur oferece teleconsulta especificamente para segunda opinião, analisando exames, laudos e conduta proposta pelo serviço de origem, com discussão transparente sobre as alternativas técnicas disponíveis.

Quais exames preciso fazer antes da consulta?

Para uma avaliação mais completa na primeira consulta, é útil trazer:

  • Ecocardiograma recente
  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Cateterismo ou angiotomografia coronariana (se disponíveis)
  • Exames laboratoriais recentes (hemograma, função renal, perfil lipídico)
  • Relatórios e laudos de atendimentos prévios
  • Lista atualizada das medicações em uso

Caso não tenha todos os exames, a consulta pode ser feita e o Dr. Arthur solicitará o que for necessário.

A cicatriz fica grande? Como é a aparência final?

Depende do acesso utilizado:

  • Esternotomia convencional: cicatriz vertical no centro do tórax, de 15 a 25 cm. Com cuidados adequados, tende a ficar fina e discreta ao longo do tempo.
  • Minimamente invasiva: incisão lateral ou submamária de 4 a 6 cm, disfarçada pela dobra natural da pele ou pela linha da mama.
  • Robótica: pequenas incisões (portais) de 8 a 12 mm distribuídas na lateral do tórax, pouco perceptíveis.

O cuidado com a cicatriz inclui proteção solar, hidratação e, em alguns casos, uso de curativos específicos nos primeiros meses.

Posso viajar para operar com o Dr. Arthur?

Sim. O Dr. Arthur atende pacientes de todo o Brasil e da América Latina. Antes do deslocamento, é feita uma teleconsulta para análise dos exames, avaliação inicial e planejamento cirúrgico. Isso permite otimizar a viagem e organizar o período de internação e recuperação.

A equipe dá suporte em toda a logística — orientações de hospedagem próxima ao hospital, retorno para acompanhamento e interface com a equipe médica local do paciente após a alta.

Não encontrou sua dúvida?

Envie sua pergunta diretamente ao Dr. Arthur pelo formulário abaixo ou pelo WhatsApp. Cada caso é único e merece uma avaliação individualizada.

Enviar minha pergunta

Envie sua Pergunta

Tem dúvidas sobre procedimentos, indicações ou sua situação clínica? Envie sua pergunta diretamente ao Dr. Arthur.

Abrindo o WhatsApp com sua mensagem pronta para envio — basta confirmar o envio na conversa.

Ao enviar, o WhatsApp abrirá com sua mensagem estruturada pronta para o envio. As informações são tratadas conforme a LGPD.

Entre em Contato

Agende sua consulta presencial em São Paulo ou teleconsulta de qualquer lugar do Brasil e América Latina.

Consultório — Moema
Av. Guaramomis, 1176 · Sala 41 — 4º andar
04076-012 · São Paulo, SP · Tel.: (11) 4393-3523
Consultório — Morumbi
Av. Albert Einstein, 627 · Bloco A1 · Sala 421 — 4º andar
05652-901 · São Paulo, SP · Tel.: (11) 2151-5421
Teleconsulta
Todo o Brasil & América Latina

Convênios Aceitos

Atendo pelos convênios credenciados nos hospitais onde opero, além de consultas particulares. Entre em contato para verificar disponibilidade do seu plano.

Bradesco Saúde Unimed Amil Sul América Porto Seguro Particular

Consulte disponibilidade

Os convênios aceitos dependem do hospital de atendimento. Entre em contato por e-mail ou WhatsApp para confirmar seu plano antes de agendar.

Fale com o Dr. Arthur